sexta-feira, 6 de novembro de 2009

A criança divina e o herói, p.53.

Quando o Pequeno Príncipe, no seu caminho para a Terra, parou em diferentes tipos de planetas, habitados por diferentes tipos de aberrações humanas (as quais, mais tarde, descobriu em nosso planeta em grande quantidade), chegou em um, onde não havia mais ninguém, exceto um acendedor de lampiões.
E não havia mais nada, exceto um lampião de rua.
Pode até ser que este homem seja um tolo, ele disse, mas é menos tolo que o rei, que o vaidoso, que o empresário, que o beberrão.
Seu trabalho ao menos tem um sentido. Quando acende o lampião, é como se fizesse nascer mais uma estrela ou uma flor.
E mais tarde, acrescenta: No entanto, ele é o único que não me parece ridículo. Talvez por ser o único que se ocupa de outra coisa que não seja ele próprio.

3 comentários:

PAKI disse...

Esse texto foi enviado pela Marcela do CCA, turma do 1ºestre de 2009. Grata colega. Muito lindo.

Maria José disse...

Lindo texto, com certeza.
Passei aqui para me energizar com uma boa leitura e desejar-lhe um ótimo final de semana. Beijos.

PAKI disse...

Obrigada Maria José. Saudades. Seu blog continua lindo e cheio de mensagens interessantes. Tenho visitado. Beijos