Me livre daquela
Que é pura sevícia
Da dor e a malícia
De ser o que nunca se cura
Me livre da pura
Que me causa culpa
Do medo e do dedo
Em riste contra meu nariz
Me livre da raiz
Do mal que começa
Com a velha promessa
Do desejo de ser feliz
Me livre do ego
Tão cego por amor
Por ser imperfeito
Me livre do meu julgador.

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