Hoje, ao ler "O infinito na palma da sua mão", de Rubem Alves,
senti saudade de um anjo que me surgiu num encontro que tive com a lua.
LUANA o anjo que veio da lua para a Ana.
Me fez lembrar de Chico Buarque em "Pedaço de mim".
"A saudade é o revés de um parto.
A saudade é arrumar o quarto do filho que já morreu".
1 comentários:
Para sempre é muito tempo. O tempo não pára! Só a saudade é que faz as coisas pararem no tempo...
(Mário Miranda Quintana -Jornalista e poeta brasileiro - 1906/ 1994)
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