Se a humanidade chegar a um ponto em que cada um seja aceito da maneira que é, praticamente noventa por cento da infelicidade irá simplesmente desaparecer - ela não tem base - e os corações se abrirão por conta própria, o amor estará fluindo.
“A compaixão não considera as vestes físicas. Encoraja homens e mulheres, adultos e crianças, europeus e asiáticos, a descobrir sua essência real, a reencontrar suas necessidades naturais e a expressar sua unicidade como seres humanos. A partir daí todos se favorecem, não só por terem maior liberdade de agir e pensar, mas também por terem autonomia de modificar suas vidas, modificando sua mentalidade. A compaixão e a sensibilidade são partes do amor cristão e ferramentas eficazes para entrarmos em contato com o que os outros sentem e escutá-los com atenção silenciosa. Só podemos expressar uma autêntica compaixão se utilizarmos uma atmosfera de aceitação e respeito pelas dificuldades alheias. Dessa maneira podemos penetrar e tocar o espírito de outra pessoa. Quanto mais compaixão se tem pelos outros, mais nossa visão de mundo se expande. Toda a criatura digna tem como característica comum a compaixão.” Fonte: http://www.sesp.org.br/jornais/ine12ed.pdf
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“A compaixão não considera as vestes físicas. Encoraja homens e mulheres, adultos e crianças, europeus e asiáticos, a descobrir sua essência real, a reencontrar suas necessidades naturais e a expressar sua unicidade como seres humanos. A partir daí todos se favorecem, não só por terem
maior liberdade de agir e pensar, mas também por terem autonomia de modificar suas vidas, modificando sua mentalidade. A compaixão e a sensibilidade são partes do amor cristão e ferramentas eficazes para entrarmos em contato com o que os outros sentem e escutá-los com atenção silenciosa. Só podemos expressar uma autêntica compaixão se utilizarmos uma atmosfera de aceitação e respeito pelas dificuldades alheias. Dessa maneira podemos penetrar e tocar o espírito de outra pessoa. Quanto mais compaixão se tem pelos outros, mais nossa visão de mundo se expande. Toda a criatura digna tem como característica comum a compaixão.”
Fonte: http://www.sesp.org.br/jornais/ine12ed.pdf
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